Dia mundial sem carro

Dia mundial sem carro

Para divulgar o Dia Mundial Sem Carro e incentivar as pessoas a deixarem o carro na garagem, a SOS Mata Atlantica realizou uma ação onde foram distribuídas nos principais cruzamentos de São Paulo, 20 mil réplicas do cartão de estacionamento (zona azul) SEM o dia 22 de setembro. No verso do cartão, um texto bastante elucidativo sobre a importância da data como ponto de partida para reflexão e discussão do assunto.

xixi@banho

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Fala a verdade, você já fez xixi no banho, não? Pois é, a idéia é transformar isso num hábito para ajudar
a economizar um dos recursos naturais mais escassos e importantes do planeta: água.
Dá uma olhada no site e comece a participar já na sua próxima chuverada.
Uma idéia simples, que ajuda a natureza e acaba com o problema do xixi na tampa da privada.

Under the sea

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Abandonar os carros! Mulheres e crianças primeiro! Todos para seus botes salva vidas! As mudanças climáticas continuam e daqui a pouco vamos estar todos estacionando nossos caiaques e botes na Rua Oscar Freire (foto) no Parque do Ibirapuera e por todo o planeta.
No próximo final de semana nosso barquinho vai estar ancorado no estacionamento do shopping Villa Lobos.
Falando em barco, o Arctic Sunrise do Greenpeace vai estar em Santos no dia 28 e 29 de março. Além de visitar o navio e conhecer as propostas da organização para salvar o clima, você pode mergulhar na Laje de Santos com os caras.

earth clock

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Nossa colaboradora Juliana está de olho no planeta. E nos mandou esse painel para que a gente também possa acompanhar. Acompanhar e melhorar algumas coisas que a gente faz no nosso dia-a-dia e que contribuem para que os números aumentem tão rápido. Valeu Ju.

activism@neozoon

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Um novo amigo que conhecemos no Flickr, Neozoon é um artista que dá um fim mais nobre aos polêmicos casacos de pele – furcoat-recycling. Ele usa os casacos para criar silhuetas de animais pelos muros de Paris, Berlim e Nova York.

Global Warning (com N mesmo) | Global Warning (yes, with an N)

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“A Amazônia tísica”, “O buraco chupador da camada do ozônio”, “Degolaram uma foca”, “Socorro, as baleias sumiram”, “O lixo de Chernobyl vai feder”.

Nos últimos anos, somos bombardeados diariamente por esse tipo de notícia. Todo dia é epitáfio dos dinossauros, Armagedon e ataque de marcianos. Chama o Noé, que a coisa está feia.

E nós, aqui, vermes insignificantes, metendo a mão no lixo para separar o orgânico, xingando o plástico, parando de usar sabonete que faz espuma e pedalando no meio dos carros para salvar o planeta.

A Amazônia existe mesmo? Que diabo é ozônio? É verdade que foca fede? Como é que uma baleia some? E muitas baleias? Alguém avisou os russos do lixo atômico?

Sempre que encaramos essas bombásticas notícias, alternamos uma sensação de impotência com indiferença. Quanto maior e mais distante é a notícia, maior a impotência e seu corolário natural, “tô nem aí!”.

Que tal se a gente se desplugasse dessas hecatombes sensacionalistas? Será que, se pensássemos pequeno, no nosso quintal, não nos envolveríamos mais com essas causas que certamente são verdadeiras e dramáticas?

Se parássemos de fumar porque as roupas ficam com cheiro? Se usássemos detergente ambientalmente correto porque não tem aquele cheiro artificial que deteriora o gosto dos pratos? Se andássemos mais a pé por causa da barriguinha? Se escolhêssemos comida orgânica porque ela é mais saborosa? Se substituíssemos os copinhos de plásticos pelos de cerâmica porque é mais elegante? Se comprássemos menos porcaria porque não tem onde enfiar tanta bugiganga em casa? Se não jogássemos lixo na rua porque depois entope os bueiros?

E se a gente fosse só ambientalmente responsável porque a gente gosta de árvores e passarinho? E se a gente fosse socialmente responsável porque a gente gosta de gente e criança?

Se parássemos de olhar esses números que ninguém sabe calcular? Se deixássemos de pensar nas consequências das consequências das consequências das consequências das consequências das consequências que vão, no final de infindável lista de conseqüências, acabar com a vida inconsequente dos terráqueos?

Projetos de sustentabilidade pessoais, ao invés de globais. Nanoprojetos individuais, ao invés da causa globais.

Podem até nos acusar de hipócritas egoístas, de alienados provincianos, mas o perigo global é que, justamente pelo fato de ser global – portanto, de todos –, torna-se distante e difícil.

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“The Amazon could stop breathing soon”, “There’s a growing hole in the ozone layer, “A seal has been beheaded”, “Help, the whales have disappeared”, “The fallout from Chernobyl’s going to stink”.

In recent years, we’re bombarded daily with this type of news. Every day is Armageddon, the attack of the Martians and the epitaph of the dinosaurs. Call in Noah, because things are getting out of hand.

And here we are, insignificant worms, sticking our hands in the garbage to separate what’s organic, cursing plastic, abandoning soap with suds and bicycling amid cars to save the planet.

Does the Amazon really exist? What the hell is ozone? Is it true that seals stink? How can a whale disappear? And lots of whales? Has anyone warned the Russians about nuclear waste?

Whenever we’re faced with this bombastic news, we alternate between a sensation of impotence and indifference. The bigger and further away the news, the greater the impotence – and our natural response “I don’t care.”

What if we disconnected from these sensationalist hecatombs? Could it be that, if we think small, in our backyard, we’d no longer be involved with these causes which are, no doubt, true and dramatic?

What if we stopped smoking simply because it makes our clothes smell? If we used environmentally friendly detergent because it doesn’t have that artificial odor that ruins the taste of our food? If we walked more to get rid of the belly? If we chose organic food because it tastes better? If we substituted plastic glasses with ceramic ones because they’re more elegant? If we bought less junk because there’s no room for all that chazarei in the house? If we stopped throwing garbage in the streets simply because it clogs up the drains?

What if we were environmentally responsible just because we like trees and birds? And if we were socially responsible because we like people and children?

What if we stopped looking at those numbers that nobody knows how to calculate? If we stopped thinking about the consequences of the consequences of the consequences of the consequences of the consequences of the consequences that will, at the end of the endless list of consequences, put an end to the inconsequential lives of us earthlings?

Projects of personal, instead of global sustainability. Individual nanoprojects, instead of the global cause.

They might even accuse us of being selfish hypocrites, cynicals, alienated provincials, but the global danger is that, precisely because it’s global and therefore affects all of us, it becomes distant and difficult.

50graus@Ibirapuera2

Confira como foi labirinto da água no Ibirapuera no último final de semana. A trilha é dos nossos amigos do Flaming Moe. Valeu!

50graus@Ibirapuera

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Parece fácil. É só abrir a torneira e ela aparece, fresquinha, pra gente beber, lavar o carro ou simplesmente deixar caindo sobre os ombros na hora do banho pra relaxar. Mas em muitos lugares do planeta, água potável já é um artigo de luxo. Tem gente que diz que a água vai valer mais que o petróleo em pouco tempo. A nova instalação do 50graus mostra isso. Um labirinto colocando em volta de um bebedouro torna aquela ação simples e cotidiana de beber água um pouco mais complicada. O labirinto fica até dia 18 janeiro no parque, bem perto da praça do porquinho. Quem puder, passa lá pra conferir.
Se você também acredita que dá pra melhorar o mundo com pequenas atitudes use a água racionalmente.

50graus@Curitiba

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50graus também chegou em Curitiba. Fotos da Claudia. Valeu.

50graus@Buenos Aires

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Nuestro amigo Bosco nos mandou fotos do 50graus em Buenos Aires. ¡Mira cabron!

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